15 de março de 2010

Um famoso na favela

Pessoas famosas visitarem comunidades pobres nos dias de hoje é a coisa mais comum. Michael Jackson é um grande exemplo quando esteve no país e gravou um clip com o pessoal do Olodum, porém a presença dos jogadores Adriano e Wagner Love nessas comunidades convivendo com pessoas do tráfico de drogas causa espanto. O motivo é porque todo mundo tá cansado de saber que os traficantes odeiam exposição, e você quer mais exposição do quê ter dois jogadores de carreira no futebol internacional e de seleção brasileira perto da 'biqueira'. Mesmo sabendo das suas origens existe outras maneiras de ajudar pessoas mais necessitadas, sem correr o risco que eles correm. Me digas onde anda que eu te digo quem tu és.

2 comentários:

  1. Este assunto é delicado...
    Até porque ir a favela tirar foto com as crianças que ali residem, esbanjar solidariedade, dar esmola(a esmola é milhonaria mas o patrimônio é bilhonário), muitos já fizeram e ainda fazem.
    Eu não vejo heroísmo nem nas atitudes dos jogadores que dizem estar ali para ajudar sua comunidade, e menos ainda nas celebridades que esbanjam solideriedade por status social.
    As pessoas não precisam esmola; elas precisam de dignidade. Este papel tem que ser cobrado das autoridades copetentes por isto.

    http://identidade-cultural.blogspot.com/

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  2. Concordo com o comentário acima do companheiro de blogagem o Lopes,acho que as pessoas da favela precisariam é da ajuda do governo federal e estadual para poderem morar e viver em condições mais dignas e decentes, e não viverem como escudo dos traficantes. Enquanto á Adriano bom, ele saiu da Internacionale de Milão apregoando que não tinha condições psiquicas e emocionais para jogar futebol, e depois de ser liberado pelo clube italiano ele aparece de contrato assinado com o Flamengo!Bem...a grande pergunta é a seguinte neste caso,como é que na Inter ele não se sente em condições mentais e emocionais para praticar o soccer e no rubro negro da Gávia ele tem?Bem mutreteiro esse"imperador" que de romano não tem nada, é bem sul-americano mesmo, malandro que só. E o nosso fantástico atacante do amor, Wagner Love, bem, acho que o Facoro em sua mini-crônica nos respondeu a questão:-Diga-me com quem andas e eu te direi quem tu és!Nossas atitudes dizem muito sobre nós.Abraços literários.

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