21 de setembro de 2013

Delegados que representarão a Baixada Santista na Conferência Nacional de Cultura em Brasília:

Sociedade civil:

Celso Corrêa de Freitas (Praia Grande)
Rafael de Oliveira Rodrigues (Guarujá)

Poder público:

Juliana Clabunde dos Santos (Cubatão)


Fonte: Concult Cubatão

15 de setembro de 2013

Cubatão consegue classificação em todos os segmentos de Literatura

            A noite de 14 de setembro de 2013 marcou um capítulo importante na literatura cubatense, pois nessa data na cidade de Bertioga mais precisamente no Forte São João onde foi realizada a fase regional da categoria Literatura do Mapa Cultural Paulista, foram anunciados os nomes dos escolhidos de cada um dos três segmentos da categoria Literatura revelando que a cidade conseguiu classificação nas três, com destaque para o escritor Leonardo Firmino dos Santos, o Leonardo Só que chega à final em Conto e Poesia, tendo também chegado à final na edição anterior na categoria poesia. Quem também se classificou foi a escritora Ana Nery Machado na categoria crônica com “Capital Humano”, que também possui trabalhos divulgados pela cidade como letrista em parceria com o músico Dan Lisboa. O vencedor de cada categoria terá direito a um prêmio em dinheiro no valor de R$ 2.000,00. O Mapa Cultural Paulista é realizado desde 1995. Confira abaixo na relação da fase municipal os nomes dos outros participantes que se classificaram para fase regional.

Mapa Cultural Paulista – 2013/2014 – Literatura – Fase Regional

Poesia:

 – “Eu sei tudo de você” – Leonardo Firmino dos Santos (Leonardo Só)

Conto:

 – “As sete estações do poeta” -  Leonardo Firmino dos Santos (Leonardo Só)

Crônica:

 – “Capital Humano” - Ana Nery Machado (Ana Nery)



Mapa Cultural Paulista – 2013/2014 – Literatura – Fase Municipal

Poesia:

“Eu sei tudo de você” - Leonardo Só
“Noturno Nº 2” - Carlos Roque
“Jake Labrador” - Natan Alencar

Conto:

“As sete estações do Poeta” - Leonardo Só,
“Galinha austríaca” - Natan Alencar,
“Interesse” - Tótila Ártigas

Crônica:

“Para a menina de 2,33 metros” - Natan Alencar
“O povo tupiniquim na era do clique” - Alê Torres
“Capital humano” - Ana Nery Machado


14 de julho de 2013

Sequestro de filhas do Presidente da Câmara de Cubatão chega ao fim


            
O sequestro de duas das filhas do presidente da Câmara de Cubatão, Wagner Moura dos Santos, Stefanie de 16 anos e Andressa de 20 que foram levadas da casa da família na Vila Nova desde o dia 06 de junho chegou ao fim depois de 38 dias. Elas foram libertadas na altura do quilômetro 49 da Rodovia Anchieta, por volta do meio-dia de hoje sendo encontradas por policiais rodoviários e encaminhadas para um hospital em Santos segundo o site da Rádio Bandeirantes. O edil comunicou o fato durante a missa na Paróquia São Francisco de Assis, segundo um popular que esteve presente. Moura informou que as duas se encontravam debilitas devido ao cativeiro, mas estavam bem.

10 de julho de 2013

Jornalista não planeja o futuro

     
     O perfil do jornalista mudou. A nova geração é hegemonicamente feminina, com menos de 35 anos, não sindicalizada, de formação política débil, massacrada pelo tipo de empregabilidade a que está submetida e pela densificação do trabalho. As evidências desta realidade estão reunidas no livro As mudanças no mundo do trabalho do jornalista (Editora Atlas, 2013), organizado por Roseli Figaro, professora da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e coordenadora do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho (CPCT) da ECA. O livro conta com textos de Rafael Grohmann e Cláudia Nonato, doutorandos do CPCT, além de préfácio de José Marques de Melo, jornalista e um dos fundadores da ECA. Em 1972, Melo e o também professor da ECA, Jair Borin, traçaram o "perfil do jornalista profissional em São Paulo" da época, relatório reproduzido no pósfácio desta edição.
            A pesquisa foi construída a partir de 2010 com quatro tip os de amostras. Os componentes do Grupo A foram captados por redes sociais, principalmente via email. Uma segunda amostra abordou os profissionais do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo (Grupo B). Jornalistas contratados de uma grande empresa editorial de São Paulo compuseram o Grupo C. A quarta amostra utilizou como critério jornalistas freelancers (Grupo D). Do cruzamento desses dados, o grupo percebeu, sob o ponto de vista quantitativo, que os jornalistas sócios do sindicato são majoritariamente homens e de gerações mais velhas, com mais de 35 anos. Nos outros grupos de amostragem, destacaram-se mulheres jovens não sindicalizadas. Houve, portanto, uma mudança do perfil dos jornalista por gênero e também a constatação de que os jovens se sindicalizam menos.
           Roseli conta que, durante a análise qualitativa, surgiram questões dos jornalistas relacionadas ao engajamento e descrédito na organização enquanto categoria. "Acredito que isso se dê pela atual situação de empregabilidade e pela precarização desses laços, que tornam a questão da sindicalização e da organização muito frágeis", afirma.       Uma das perguntas do questionário queria saber se o profissional encontrava tempo para planejar sua vida - se tem conseguido planejar para curto, médio ou longo prazo, ou não tem conseguido planejar. Os resultados apontaram que os mais jovens e os profissionais freelancers são os que menos têm conseguido planejar. "Isso quer dizer trabalhar hoje, para consumir hoje e não saber como será seu trabalho no ano que vem", explica a professora. Ela aponta que essas pessoas, com instabilidade e dificuldade em se relacionar com o mundo do trabalho, não vislumbram soluções coletivas - como sindicalizar-s e ou organizar-se para pleitear melhores condições de trabalho -, mas sempre saídas individuais como, por exemplo, arranjar mais um emprego. "A solução de classe jornalística parece que se esvai",acrescenta Rafael Grohmann.

         O doutorando considera que os jornalistas mais jovens têm uma perspectiva "ajustada às prescrições do sistema econômico capitalista" no sentido, por exemplo, da valorização do empreendedorismo. Ele avalia que pouquíssimos entrevistados iam contra o pensamento hegemônico. Roseli relata falas daquele profissional que não se encontra nas grandes mídias e que procura trabalho em mídias alternativas para se realizar enquanto jornalista. "Ele não se via respondendo aos paradigmas da profissão, como a aspiração do jornalista como mediador social, seu comprometimento com as causas da verdade, da democracia, da cidadania nas grandes mídias", aponta Roseli. Ela ressalta que esse tipo de profissional só consegu ia suprir seus anseios quando ele mesmo se patrocinava, trabalhava de graça ou batalhava para publicar material próprio e independente em sites e revistas alternativas. Quando esse profissional conseguia colocar pautas alternativas na grande imprensa, Grohmann relembra que o termo utilizado era "contrabandear informação".
            Grohmann questiona também até que ponto os jornalistas estão discutindo política na sua formação. Ele relembra dois relatos. Um, de uma menina que dizia fugir da aula de política na faculdade. Outro, de uma pessoa que afirmava não saber a diferença entre PMDB e PSDB e que também não demonstrava interesse em aprender, pois não se interessava pelo assunto e preferia que Paulo Maluf escrevesse uma matéria sobre política do que ela.
           Um entrevistado afirmou não saber a diferença entre PMDB e PSDB e que não queria aprender, pois não se interessava pelo assunto e preferia que Paulo Maluf escre vesse uma matéria sobre política do que ele.
          No livro, enquanto Cláudia Nonato focaliza o segmento dos jornalistas sindicalizados em São Paulo, Grohmann trabalha o jornalista como receptor, buscando compreender quais os produtos culturais preferidos pela categoria.
          Ele percebeu que, embora o jornalista acesse mídias alternativas, o que ele mais segue ainda é a mídia tradicional e grandes veículos de comunicação. E a busca, geralmente, está mais ligada ao seu trabalho do que à obtenção de informação em si. "Ele assiste à televisão para criticar o trabalho dos outros ou então para melhorar seu próprio desempenho. O jornalista nunca desliga, mesmo quando está no sofá de casa", aponta Grohmann. O pesquisador retoma a questão do ajustamento às prescrições do sistema econômico capitalista, afirmando que o jornalista chega, em sua crítica, no máximo a "que off ruim, essa manchete não está boa, essa passagem não ficou legal", e não consegue atingir críticas ideológicas mais profundas.
          O doutorando critica também a existência esporádica, dentro das faculdades de jornalismo, do debate do jornalista enquanto profissional, justamente em um momento em que a categoria presencia uma séria de demissões. "O jornalista poucas vezes se pensa enquanto trabalhador, ele é o super-herói, o salvador da pátria", explica. "Mais do que os dados quantitativos, acho que o maior crédito do nosso livro é provocar essa discussão. A classe dos jornalistas está trabalhando muito e não está olhando direito para essas questões tão fundamentais", afirma Grohmann.

Fonte: www.ojornalista.com.br

29 de junho de 2013

Cubatão vai pra rua

                As manifestações contra o aumento da tarifa do transporte público que teve início na capital e ecoou por todo o território nacional de várias maneiras, através de mensagens criativas escritas nos cartazes ou pelo vandalismo de alguns que se aproveitaram das manifestações até para saquearem. O que começou como um protesto pelo aumento de tarifa se tornou uma verdadeira cruzada contra a corrupção na política brasileira. Cubatão pela sua importância na economia do país também não poderia ficar de fora dessas manifestações, e entre as cidades da Baixada Santista foi a que mais atraiu a atenção da mídia devido à manifestação impedir o trânsito entre capital e Porto de Santos, por causa da sua localização e também por ter sido uma das manifestações mais violentas ao lado da vizinha São Vicente.
               A violência dos protestos também é fruto da insatisfação com os rumos que a cidade tem tomado através da Administração do Partido dos Trabalhadores na figura da sua prefeita Márcia Rosa, que entre tantos desmandos ameaçou suspender os ônibus de estudantes, os chamados fretados, devido a crise financeira causada pela má gestão petista, o que uniu a população em torno da busca pelos seus direitos sendo puxados pelos estudantes e não podemos esquecer da histórica insatisfação do funcionalismo público. A Administração cubatense à exemplo das outras cidades já acenou para a redução do valor da tarifa que hoje é de R$ 3,10 para R$ 2,85 faltando apenas ser feito o decreto e publicá-lo, mas muito água ainda há de passar por baixo da ponte, e a Geração Passe Livre, os novos caras pintadas prometem uma faxina geral na política do país é só aguardar pra ver e ir pra rua apoiar.

4 de maio de 2013

Renato Russo vive


         
 


O filme “Somos tão jovens” que retrata o começo da Banda Legião Urbana na figura do seu protagonista Renato Russo é imperdível. O ator Thiago Mendonça vai muito bem no papel do jovem Renato Russo. Como não sou de ficar contanto sobre filme que está em cartaz contarei um tiquinho só: a cena em que Renato Russo revela que compôs “Ainda é Cedo” para sua melhor amiga e psêudo ficante (Laila Zaid), é de chorar de tão linda. Somos tão jovens, nem que seja de espírito e eu recomendo que todos assistam, pois é puro Rock in Roll. 

20 de março de 2013

Albergue Municipal


            Os desabrigados dos bairros atingidos pelas enchentes do dia 22/02 em Cubatão, até hoje não tiveram uma solução definitiva. Fato que levou muitos aos desespero a ponto de acamparem literalmente as portas do Paço Piaçaguera. A revolta por causa da demora em resolver o problema fez até alguns desabrigados protagonizarem cenas de puro vandalismo. Pessoas morando em escola, centro esportivo nos faz recordar de um projeto de lei do ex-vereador Paulo Tito, que foi engavetado: a criação de um albergue municipal. A rejeição do projeto foi que alguns consideraram que os albergues existentes como a Casa de Emaús e a Casa do Bom Samaritano seriam suficientes para dar conta da demanda de moradores de rua da cidade. Hoje tenho notícia de que a Casa do Bom Samaritano encerrou as suas atividades.
              Entendo que um albergue por maior que fosse não comportaria tantas pessoas, como as que ficaram desabrigadas, mas ao menos seria um local mais apropriado e com melhores condições para abrigar uma parte dessas pessoas. Claro que para a situação atual que exige urgência, não resolveria, principalmente pela atual e questionável crise financeira que passa a Prefeitura de Cubatão.

3 de março de 2013

Água Fria – Tragédia na Serra


               A tragédia no Bairro da água Fria ocorrida na tarde de sexta-feira (22/02) depois de 2 horas de fortes chuvas que obrigou a abertura das comportas da Represa Billings, alagando o bairro de Cubatão que fica próximo a área de mananciais, situado no Parque Estadual da Serra do Mar causando uma grande comoção. Além da Água Fria outros bairros da cidade também sofreram com os alagamentos devido a grande quantidade de chuva, que acabou não dando a vazão necessária na rede de drenagem. Contudo a Água Fria foi a localidade mais atingida, onde mais de 1.000 pessoas ficaram desabrigadas.
            A comoção é geral ao ver famílias inteiras que perderam tudo alojadas no Ginásio de Esportes da cidade, sem saber para onde ir. Quem acompanhou a luta dessa comunidade para permanecer nas suas casa imagina a dor que muitos deles estão sentindo, ao se verem obrigados a abandonarem os seus lares da pior forma. O que dizer num momento de tanta tristeza, além de ter que conviver com a certeza de que tudo poderia ter sido evitado?
            A dor do vereador debutante, Ivan Hildebrando, presidente da Associação de moradores da Água Fria que tanto lutou para que a sua comunidade permanecesse, pois o bairro é mais antigo que o Parque Estadual onde se encontra. O momento agora é de ação no sentido de reconstruir a vida dessas pessoas que vivem num país, onde na sua Constituição consta que o salário mínimo tem que permitir que aquele que o recebe possa arcar com alimentação, vestuário, lazer e moradia entre outras coisas. Será que irão tentar alterar a Constituição, assim como tentam fazer com a Lei Orgânica local? Pois vivemos num país de leis, onde muitas não são obedecidas nem pelos próprios governantes assim como os legisladores.

3 de janeiro de 2013

Pretenções do PMDB pode deixar prefeita numa saia justa



          A nova composição dos 11 vereadores da Câmara de Cubatão beneficiou bastante a atual administração, pois ao contrário dos últimos quatro anos, conseguiu o feito de eleger até o presidente. Porém partidos aliados como PMDB e PDT que possuem uma representatividade considerável no Legislativo, agora pretendem ser recompensados pela sua lealdade, e exigem participação no governo. A princípio a prefeita manteve os seus secretários, mas alterações no primeiro escalão são inevitáveis, e a que pode dar a maior dor de cabeça à prefeita é a Secretaria de Esportes. Surge então a pergunta: Por quê a Secretaria de Esportes se ela não é uma das mais importantes? Justamente por ser uma das poucas Secretarias que é ocupada por uma mulher, a professora de Educação Física, Renee (foto), e por ter sido a valorização da mulher uma das principais bandeiras dessa Administração. O PMDB através do vereador eleito Roxinho, já declarou que deseja ocupar tal Secretaria, além de Meio Ambiente, o que deixa a prefeita numa verdadeira saia justa, só nos restando aguardar o desfecho dessa verdadeira, não diria guerra, mas embate dos sexos.