28 de maio de 2011

O tume lá da cá da política


                 As eleições estão chegando e as obras começam a florescer e na cabeça do eleitor um velho ponto de interrogação: essas obras não poderiam ter sido iniciadas antes¿ Se formos nos basear na teoria do copo com água pela metade, onde alguns enxergam que ele esteja meio vazio e outros meio cheio, eu prefiro vê-lo como meio cheio, pois as promessas de obras são durante todo o mandato e não precisamente tenha que ser no início ou no meio. Se fossem feitas e entregues no segundo semestre de 2012 também estaria valendo, por ainda estar no prazo. Mesmo com uma visão otimista das coisas chego a conclusão que o Governo Márcia Rosa está sendo melhor que o anterior, mas ainda não é o ideal para Cubatão. A grande vantagem de termos a petista no comando é a de resgatar a autoestima do cubatense por termos uma pessoa da cidade no comando e deixarmos de ser a piada da região.
                 Ao se referir ao governo Márcia Rosa quero falar dos quadros do partido e do 2º e 3º escalões, onde encontramos gente competente e outros nem tanto assim, mas que por força de apoio político tiveram que ser aceitos. No decorrer do mandato muitos foram substituídos e as razões não ficaram bem claras, mas até aí em relação ao governo Clermont, onde peças importantes do governo faziam e aconteciam e não eram punidas, as trocas de secretários são um ponto positivo da atual gestão.
                  As críticas mais ferrenhas à atual administração vêm por parte de pessoas que consideram que a Administração Municipal deveria abrir os cofres para o empresário local em detrimento de outros, tudo em nome da empregabilidade da mão de obra local, o que seria uma porta escancarada para a corrupção, pois como imaginar que qualquer administração faria isso sem querer nada em troca. São pensamentos como esse que fizeram nascer verdadeiros monopólios em Cubatão como Terracom, A Tribuna e algumas empresas de segurança que prestam serviço à Prefeitura. Devemos seguir a Constituição e a Lei Orgânica, pois na política atual não há como fugir do velho tume lá da cá.         

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